Paralelamente são desenvolvidas algumas ações de formação direcionadas aos professores das escolas de atividades aquáticas e a potenciais treinadores de polo aquático.
«Uma experiência de aprendizagem para mim poder transmitir conhecimentos na área do polo e das escolas. Encontrei um grupo de pessoas motivadas e com vontade de desenvolver a modalidade em Moçambique. Espero poder ajudar e contribuir para este projeto», revela Fernando Leite.
«Proporcionou-se também poder transmitir aos professores das escolas de Maputo uma abordagem do modelo multidisciplinar da FPN implantado no Portugal a Nadar. Um país como Moçambique, com uma costa marítima tão grande e com tantos lagos e rios, o ensino aquático é uma questão de prioridade e uma ferramenta que pode salvar muitas vidas e proporcionar um desenvolvimento dos jovens mais completo», acrescenta o técnico.
«Quero deixar aqui o registo de duas pessoas que são pilares nesta cooperação: Mamede Loonat, um apaixonado e dinamizador do polo aquático local, e Sérgio Esteves, olímpico de Portugal em Seoul 1988, um defensor de um ensino holístico nas escolas de atividades aquáticas a viver no país», reforça Fernando Leite.